Archive for outubro, 2012

30/10/2012

Proposta enviada por Lucio Gregori

O que fazer na política, fora do grande esquema vigente (despolitizador, manipulador, excludente, etc etc.)
O texto abaixo, que vem sendo discutido com algumas pessoas, fala por si mesmo da idéia de lançar-se um Movimento suprapartidário, não verticalizado, que tenha umas cinco propostas básicas para a democracia e a república. Sem financiamento público, sem democracia participativa (plebiscitos referendos, etc), sem reforma tributária que onere sobretudo o patrimonio e renda, ao invés do consuno e produção como é atualmente, sem democratização dos meio eletro-magnéticos de comunicação e sem ajuste com o passado da ditadura recente, será muito difícil mudarmos as coisas de fato. Permaneceremos mudando interminavelmente, para tudo ficar como está. 

M.M.R- MOVIMENTO MAIS REPÚBLICA

Cerca de 31 milhões de brasileiros ascenderam para classe de renda  melhor e se constituem numa classe trabalhadora ampliada e cerca de 22 milhões deverão sair da condição de pobres, atendidos pelo Brasil sem Miséria.

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27/10/2012

O titulo de artigo que escrevi em 2010 – “Se me permitem sonhar” – indicava minha distância do que nos tinha sido impingido pelos marqueteiros. Falei das questões que gostaria que Dilma enfrentasse, se fosse eleita como eu esperava. Mas me parece que elas continuam válidas para o nível municipal de governo. Atrevo-me então a escrever “Se me permitem sonhar II”, com mais alguns “sonhos”, esperando agora que Fernando Haddad seja eleito.

SE ME PERMITEM SONHAR II (Chico Whitaker)

O grande argumento dos que são favoráveis ao voto obrigatório é o fato das campanhas eleitorais criarem uma ocasião para a formação política de todos nós, cidadãos e cidadãs, sobre nossos problemas e as alternativas para resolvê-los – contando até com horários especiais na TV e nas rádios. Mas no Brasil quem manda no conteúdo e na forma das campanhas não são os candidatos, nem os dirigentes políticos, mas os marqueteiros. Os candidatos a vereador podem conduzir suas campanhas como queiram, quando não têm dinheiro para pedir o auxilio de publicitários. Mas quem postula o cargo de Prefeito está condenado – até pelo seu partido, que paga as despesas – a seguir à risca as instruções destes profissionais.[1]

E eis que chegamos ao final de mais uma campanha, agora para Prefeitos e Câmaras Municipais, com o sentimento de frustração de sempre.

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