3 – Roda de conversa

O objetivo da criação deste blog é compartilharmos nossas reflexões sobre os temas levantados no texto inicial. Para isso nada como uma boa roda de conversa. Se você acha que outro mundo é possivel e quer contribuir para a sua construção, entre numa  roda ou crie sua propria roda de conversa.

Uma roda de conversa é uma forma de nos juntarmos  com outros, para trocar ideias, aprender, discutir. Periódicamente, sistemáticamente ou quando der. Para não ficarmos sozinhos cada um no seu canto.

A conversa pode ser pessoal, direta, ou, hoje em dia, através de uma lista de discussão ou de um site de relacionamento na Internet. Cada roda escolhe seu tema. Procure neste blog o que pode ser util para sua roda (no texto inicial, nos comentários e contribuições ou na bliblioteca).

Envie, aos demais usuários deste blog (como comentários  ou contribuições) noticia das descobertas que sua roda for fazendo.

Uma boa roda de conversa pode levar à ações. Sem ação não mudaremos nada no mundo. Veja a página Da Conversa à Ação.

One Comment to “3 – Roda de conversa”

  1. PARTÍDOS POLITICOS: OVOS DAS SERPENTES.
    A situação degradante que os partidos políticos chegaram, tem contribuição do TSE pela sua LENIÊNCIA E OMISSÃO. A Lei Nº 9096/95 que dispõe sobre os partidos políticos é um instrumento fundamental para apuração das responsabilidades de Dirigentes e membros dos Conselhos de Éticas dos Partidos por suas ações, bem como por suas omissões. Lei 9096/95 (Art. 1º) O Partido Político pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse o regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal. Já o Art. 7º: o partido político, após adquirir personalidade jurídica na forma da lei civil, registra seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral.
    O Art. 15: O estatuto do partido deve conter, entre outras, normas sobre:
    I … , II … ,
    III – direitos e deveres dos filiados; IV – modo como se organiza e administra com a definição de sua estrutura geral e identificação, composição e competência dos órgãos, nos níveis municipal, estadual e nacional, duração dos mandatos e processo de eleição dos seus membros;
    V – fidelidade e disciplina partidária, processo para apuração das infrações e aplicação das penalidades, assegurado amplo direito de defesa.
    VI – condição e forma de escolha de seus candidatos a cargos e funções eletivas.

    OBS. (1) Corregedor quer junção de direitos e moralidade – Declaração do Corregedor Geral Eleitoral e Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eduardo Ribeiro. Matéria : CPI PÕE EM XEQUE LEI ELEITORAL E IMUNIDADE (OESP 28 / 11 / 99, PG.A8). (Obs. O problema vem de longe)

    (2) A Corregedoria e o TSE SOMENTE se preocupam em suas atribuições com as ELEIÇÕES e os diversos registros nos Cartórios Eleitorais. NADA É FEITO em relação à fiscalização da atuação dos Partidos Políticos. Os Estatutos partidários uma vez depositados no TSE ficam lá só para enfeitar!

    .
    Arnaldo Azevedo Marques – São Paulo
    SP. 14/01/2016 .-

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